Na nossa prática docente é essencial reconhecer suas particularidades, seus desafios. Trabalhar com seres humanos, participar na aprendizagem de outros é extremamente recompensador, mas também complexo.
Quando atuamos na Ead, o processo de ensino-aprendizagem é bastante peculiar. Os cinco pilares citados por Paulo Freire e discutidos durante nossa aula 3 são significativos para uma reflexão sobre nosso papel como tutores/professores. Amor, Humildade, Fé nos Homens, Esperança e um Pensar Crítico. É importante perceber que esses pilares estão ligados à Educação dialógica e diálogo.
Não podemos estabelecer um diálogo sem ter amor, sentimento de caloroso apego pessoal e de profunda afeição por outro. Esse amor também deve ser guiado por princípios que regem nossa atuação. Princípios como justiça, igualdade, respeito. Não queremos dominar, constranger. Como tutores, devemos estabelecer um contínuo diálogo com nossos alunos, precisamos criar um vínculo com eles, desenvolver um ambiente propício para a aprendizagem. É interessante como esses pilares estão interligados; pois, para desenvolver uma postura assim, é preciso ter humildade.
Mas o que envolve ser humilde? Ausência de orgulho ou arrogância; despretensão. Não se trata duma fraqueza, embora muitos pensem assim. Devemos ter bem em mente que o conhecimento é construído. Na nossa sala de aula, podemos e devemos aprender com nossos alunos, ter uma postura de cooperação. Não somos os detentores do saber. Por isso é muito importante ter fé nos homens e esperança.
Inicialmente pode parecer algo utópico, ter fé nos homens, esperança. É curioso saber que, em alguns contextos, o sentido do termo grego el·pís (esperança) é “expectativa de algo bom”. Não é exatamente disso que precisamos? Como educar ser ter fé e esperança? Não consigo separar esses dois pilares e vejo que eles são úteis, principalmente quando encontramos problemas durante nossa tutoria. Também precisamos desenvolver em nossos alunos um pensamento crítico. Não devemos ter uma atitude de dominado, aceitar as coisas de forma passiva sem questionar, refletir. Tanto nós como professores como nossos alunos devemos cultivar esse pensar crítico. Como educar sem questionar, sem refletir, ser se posicionar?
Felizmente temos algumas ferramentas no nosso ambiente virtual para desenvolver esse pensamento, nossos fóruns são uma excelente oportunidade para estabelecer esse diálogo crítico. Sabemos que o ensinar é muito difícil, mas quando estabelecemos critérios, temos pilares que nos guiam, esse exercício pode ser e é gratificante. Costumo usar a seguinte frase: "Nem sempre podemos mudar nossa situação, mas podemos mudar nossa atitude".
Sim, procuro ter sempre uma atitude positiva sobre nosso papel como professores/tutores.
Quando atuamos na Ead, o processo de ensino-aprendizagem é bastante peculiar. Os cinco pilares citados por Paulo Freire e discutidos durante nossa aula 3 são significativos para uma reflexão sobre nosso papel como tutores/professores. Amor, Humildade, Fé nos Homens, Esperança e um Pensar Crítico. É importante perceber que esses pilares estão ligados à Educação dialógica e diálogo.
Não podemos estabelecer um diálogo sem ter amor, sentimento de caloroso apego pessoal e de profunda afeição por outro. Esse amor também deve ser guiado por princípios que regem nossa atuação. Princípios como justiça, igualdade, respeito. Não queremos dominar, constranger. Como tutores, devemos estabelecer um contínuo diálogo com nossos alunos, precisamos criar um vínculo com eles, desenvolver um ambiente propício para a aprendizagem. É interessante como esses pilares estão interligados; pois, para desenvolver uma postura assim, é preciso ter humildade.
Mas o que envolve ser humilde? Ausência de orgulho ou arrogância; despretensão. Não se trata duma fraqueza, embora muitos pensem assim. Devemos ter bem em mente que o conhecimento é construído. Na nossa sala de aula, podemos e devemos aprender com nossos alunos, ter uma postura de cooperação. Não somos os detentores do saber. Por isso é muito importante ter fé nos homens e esperança.
Inicialmente pode parecer algo utópico, ter fé nos homens, esperança. É curioso saber que, em alguns contextos, o sentido do termo grego el·pís (esperança) é “expectativa de algo bom”. Não é exatamente disso que precisamos? Como educar ser ter fé e esperança? Não consigo separar esses dois pilares e vejo que eles são úteis, principalmente quando encontramos problemas durante nossa tutoria. Também precisamos desenvolver em nossos alunos um pensamento crítico. Não devemos ter uma atitude de dominado, aceitar as coisas de forma passiva sem questionar, refletir. Tanto nós como professores como nossos alunos devemos cultivar esse pensar crítico. Como educar sem questionar, sem refletir, ser se posicionar?
Felizmente temos algumas ferramentas no nosso ambiente virtual para desenvolver esse pensamento, nossos fóruns são uma excelente oportunidade para estabelecer esse diálogo crítico. Sabemos que o ensinar é muito difícil, mas quando estabelecemos critérios, temos pilares que nos guiam, esse exercício pode ser e é gratificante. Costumo usar a seguinte frase: "Nem sempre podemos mudar nossa situação, mas podemos mudar nossa atitude".
Sim, procuro ter sempre uma atitude positiva sobre nosso papel como professores/tutores.
É verdade, Maria, o amor é mesmo a base da educação dialógica. O bom educador consegue enxergar as qualidades de seu aluno e acredita em seu potencial.
ResponderExcluirTer uma visão positiva em relação ao nosso trabalho faz toda a diferença, pois nos leva a uma constante busca do saber e de uma melhor compreensão do ato de educar.